Compêndio do Nada

Na linguagem “ser” e “estar” são termos que se confundem.
As mais remotas questões da filosofia aliam o conhecimento pessoal (“quem sou?”), com a ideia de viagem num espaço (“de onde venho?” e “para onde vou?”).
O nada é assustador. Não conhecemos, não temos palavras para o descrever, não temos imagens para o identificar. É a fronteira do que somos e o limite onde estamos.